terça-feira, 13 de julho de 2010

» As 15 perguntas que você deve responder antes de se casar » Você segue estas "regrinhas"? Conte sua história!

Isso não significa que os homens se interessem pouco pelas mulheres, mas a verdade é que eles não precisam saber tudo o que elas fazem, principalmente se são coisas meramente femininas.

Existem atitudes ou coisas que podem chateá-los. Da mesma forma que as mulheres não têm interesse em saber o que os homens pensam a respeito de outras mulheres, eles também não querem saber se elas admiram outros homens. Portanto, se você quer mantê-lo ao seu lado, tenha atenção a que eles não devem saber.

1 - Quando você muda de visual
Por mais que as mulheres se esforcem em mudar o visual só para que eles notem, elas estão perdendo o seu tempo. Aos homens não interessa saber os detalhes de tudo o que elas fizeram.

O mais provável, nesses casos, é que eles nem sequer se dêem conta dos detalhes da mudança. Para o homem, o que vale é o conjunto e, se você se encontra mais bonita hoje, deve se dar por satisfeita. Não se trata dele não te querer, mas sim que a mudança de visual para ele não é o mais importante.

2 - As suas fraquezas
É importante que as mulheres saibam reconhecer suas fraquezas e que tentem melhorá-las. Mas falar sobre elas, principalmente quando se está conhecendo um novo companheiro, é um erro grave.

Perante tantas confissões ruins ele pode sentir que você não está bem e fugir da relação antes de se envolver com quem não está segura de si mesma. Estes temas são melhores para conversar com suas amigas.

3 - Como você se depila
Os homens não costumam estar dispostos a conhecer os detalhes de como as mulheres fazem para ficarem lindas. E quando se trata de pêlos, por mais que pareça estranho, os homens preferem acreditar que eles não crescem e que as mulheres sempre terão pernas suaves.

4 - Quando você está cansada
Sem dúvida, todos nós chegamos cansados depois de uma longa jornada de trabalho. Mas se você fizer questão de dizer que está cansada, acabará o aborrecendo pois ele também está cansado, e se não demonstra é porque prefere falar de outros assuntos.

Assim, se ele só ficar escutando suas queixas acabará fugindo de você para descansar um pouco. Portanto, neste caso, é melhor deixar as queixas para você mesma.

5 - O que você usa "naqueles dias"?
Aos homens não interessa saber o que as mulheres usam quando estão menstruadas, e muito menos que eles sejam obrigados a comprar produtos especificamente para ajudá-las nestes casos.

Muitos homens afirmam que não têm curiosidade em saber o que as suas mulheres fazem durante o banho, muito menos quando estão "naqueles dias".

6 - Que você sonha com outros homens
Aos homens não interessa saber grandes detalhes do que suas parceiras fazem durante seus sonhos, principalmente se eles são com outras pessoas.

É provável que elas muitas vezes tenham fantasiado ou sonhado com homens atraentes, mas aí a contar aos parceiros o que elas sonham tem uma grande diferença.

Eles não têm porque saber disso, ainda mais porque isto estará provocando um grave problema em sua auto-estima.

7 - Que você procura aprender sobre sexo
Não há nada de errado se a mulher lê várias revistas e livros sobre sexo; muito pelo contrário, só que a eles não interessa saber de onde elas aprendem sobre o assunto.

A eles interessa que elas apliquem o que aprenderam na prática. Não importa de onde você tenha adquirido seu repertório sexual, só deixe que ele se impressione e não queira sair de seu lado.

8 - As dietas que você faz
Se há um tema que deixa os homens com tédio é escutar sobre as dietas que as suas parceiras fazem, sobre os quilos que têm que baixar ou as calorias que elas não podem comer.

Se ele te convida a um restaurante, não lhe interessa saber que você come salada de alface só porque está de dieta. Melhor você fazê-lo crer que pediu salada porque gosta.

Os homens preferem as mulheres que não possuem nenhum tipo de complexo, e que possam comer o que gostam sem culpa.

9 - Intelectualidade em excesso
Não existem muitos homens que gostam de estar frente a uma mulher que procura demonstrar constantemente o quão inteligente ela é. Além de se sentirem diminuídos, se torna tedioso estar frente a uma pessoa que transforma qualquer conversa em um debate existencial.

Melhor fazer com que ele conheça sua inteligência através de outras coisas, e deixar estes debates apenas para o trabalho e a universidade.

10 - Quantos homens passaram por sua cama
Isto sim eles não querem saber. Por mais aberto que seu parceiro seja, saber com quantos homens você transou não leva a nada, já que somente o deixará nervoso e lhe fará mal.

A sensação de insegurança que lhe proporciona a compará-lo com outros pode impedi-lo de ser o que ele é.

Lady Gaga - Alejandro Official Video

Estrela - Hugo Pena e Gabriel

domingo, 11 de julho de 2010

Os xavequeiros profissionais – Dicas, truques, xavecos e mentiras!


Há um grupo de homens que acreditam que as mulheres não sabem reconhecer quando eles dizem a verdade ou quando estão só enrolando com frases-feitas. Eles são os tipos conquistadores, dispostos a dizer qualquer coisa para “ganhar” uma mulher. Para desmascarar essa prática, resumimos algumas dicas que ajudam a detectar esse tipo de comportamento.

Mentiroso, eu?
É um clássico. O chamado “faça o curativo antes de se ferir”. Quando um conquistador é pego em flagrante e se sente encurralado, usa seu olhar mais convincente e profere a frase que deixa qualquer mulher na dúvida: “eu não mentiria para você, porque eu te amo”.

Pura química
Às vezes os homens prometem o mundo logo no primeiro encontro. Depois de alguns minutos de conversa já dizem que te amam, que estão completamente apaixonados e são capazes de qualquer coisa por você. Tome cuidado porque por detrás de tanta bajulação podem se esconder segundas intenções. Se for perguntar-lhes como conseguem sentir tantas coisas sendo que acabaram de se conhecer, eles responderiam com um “é pura química”. Na verdade, é “pura mentira”.

Quero estabilidade
Essa é outra frase clássica. “Eu não quero mais aventuras, estou cansado disso tudo”. Pode ser verdade, pode não ser, tudo depende do contexto. Se ele falar isso enquanto tenta te levar pra cama no primeiro encontro, vá com calma. Muitos conquistadores usam esse tipo de frase para enrolar suas presas e convencê-las de que elas são especiais.

O teórico
Quando uma pessoa já tem experiência no sexo, é fácil notar. Mesmo assim, há homens que acham que nascemos ontem. Quando percebemos que eles são bons de cama, disfarçam a vivência com a seguinte explicação: “tudo o que eu aprendi sobre sexo foi por relato dos meus amigos”.

Dizem que por aqui…
Essa técnica para levar uma mulher para cama é simples e puramente infantil, na qual o homem é incapaz de falar abertamente que quer fazer sexo com você. Como acredita que você não é muito esperta, enquanto dirige ele fará o comentário “inocente” de “me falaram que por aqui tem um motel”. Claro que existe, e ele sabe porque ele mesmo já esteve lá diversas vezes, e por isso mesmo vocês estão passando por lá.

O profeta
Que fique claro que as mulheres gostam de bajulação. Agrada a idéia de que os astros se uniram para que encontrássemos um cara especial. Mas sabemos diferenciar um homem que fala isso de coração e um que só quer nos enganar. A frase “desde a primeira vez que te vi soube que existia algo entre nós” está tão manjada que a essas alturas não tem mais nenhum significado especial. Melhor não falar nada ou pensar em algo mais criativo.

O incontrolável
Nada pior do que um homem insistente. Um homem que, apesar de você já ter avisado que prefere conhecê-lo melhor antes de ter intimidade, sempre se insinua para cima de você em qualquer oportunidade. A razão é sempre a mesma: “não consigo me controlar, você me deixa louco”. Ele realmente está tão louco que é incapaz de respeitar as suas decisões?

Já te vi…
Essa é talvez a cantada mais furada dos últimos tempos. Mesmo assim ela ainda é muito utilizada em festas e baladas, onde eles chegam perto e falam “nos conhecemos, mas talvez você não se lembre”. Um clássico. A verdade é que nunca o viu na vida, mas ele quer te convencer que sim para engatar uma conversa.

O perigoso
Ainda existem homens que em pleno século XXI não se protegem contra o HIV e acham que camisinha é para os tolos. Por isso, é preciso tomar muito cuidado com essa espécie. Esse grupo de galanteadores é capaz de, no meio da transa, dizer “não se preocupe, sou estéril”. Tudo para não usar proteção. E isso pode ser uma mentira muito perigosa.

O que faz aqui?
“Você não deve ser daqui”. Essa é a versão moderna para a cantada “o que faz uma menina em um lugar como esses?”. No final das contas é a mesma coisa, uma frase descartável como essa tem pouca credibilidade, mas mesmo assim há homens que simplesmente não entendem isso.

"xaveco s.m.: 1. O ato de vender aquilo que não presta; (...) galanteio, cantada"


A discussão tava no ar, então eu só tô colocando ela aqui no Bio Caverna pra ficar oficial...
Mas, bom, a pergunta é: Qual é o xaveco perfeito?

Existem vários tipos de xavecos, e vários que funcionam melhor com uma pessoa do que com outras. Mas qual deles é perfeito, qual deles conquista a pessoa na certa?

Reza a sabedoria popular, um bom conquistador, ao ser indagado sobre a melhor cantada, responde "pra xavecar quem?"
É isso mesmo, o pior de tudo é que o xaveco perfeito depende de quem é o alvo (e, muitas vezes, de quem é o xavecador). Mas, então, quais são os tipos de xaveco?

Pra começar tem os básicos: a indireta, o xaveco do amiguinho, o da flor, o do gentlemen e o mata-leão.
A indireta todos conhecem, é o truque de passar a intenção nas entrelinhas, às vezes descaradamente, mas sempre deixando a pessoa com o benefício da dúvida. O bom dele é que absolutamente todo o mundo sabe passar indiretas, e quase todo mundo pode usá-las pra xavecar sem problemas.

Depois vem o xaveco do amiguinho, que é com certeza o mais seguro: funciona comom um mercado de ações, você fica amigo(a) do(a) pretê, e depois é fazer investimento de longo prazo. O lado ruim é que geralmente demora pra fazer efeito e quase sempre o xavecador num tem saco de levar adiante. O bom é que você sempre acaba, no mínimo, amigo do pretê.

Outro manjado é o da flor, ou o xaveco do chocolate, que consiste em agradar a pessoa.
É isso aê, seja materialista! \$/

O xaveco do genlemen é um pouco mais complicado porque exige disciplina, mas agrada a quase toda mulher e a muitos, muitos homens. Seja cavalheiresco(a). Agrade. Abra a porta, deixe passar. Ofereça um gole, ouça a pessoa, aja com discrição. Pega benzasso se você der um tratamento diferencial à pessoa. Xaveco da flor aplicado aqui também é uma boa! Mas num rola virar escravo do(a) cidadão(ã), huh?

Por fim, o básico, porém pouco usado (e com cautela), xaveco do mata-leão. O mata-leão, ou "mata" é um xaveco de últimato. Você pega a pessoa em questão, encurrala ela e lhe dá um beijo. Por isso mesmo, ele só deve ser usado se você tem absoluta certeza de que a resposta vai ser afirmativa. Acontece que, quando é, esse xaveco pega benzasso! Então, pense nele como uma alternativa àquela babação de ovo que geralmente acontece quando se vai pedir alguém pra ficar/namorar/whatever.

Aí nós chegamos aos xavecos de festa.
São eles o xaveco da dança, a cantada e o sex on the beach.
O da dança é foda. Se você dança bem, você *sempre* pode conquistar alguém dançando com ele(a). Sempre. Mas é difícil. Então aprenda a dançar.

A cantada é velha. Nem sempre é usada em festa, mas como é lá que ela aparece tradicionalmente, ficou aqui nesse grupo. Diferente das frases manjadas (leia adiante, nos xavecos avançados), que são muitas vezes confundidas com esse xaveco, a cantada consiste em fazer um bom merchandising pra sí mesmo.
Conhecida também como "o xaveco do swashbuckler", a cantada é sinônimo de ousadia. Movimentos rápidos, desafios vencidos, cenas à la "Piratas do Caribe"; e honra acima de tudo. É o xaveco mais usado pelo povo
style.

O xaveco do sex on the beach não costuma pegar bem. E não há muito o que dizer sobre ele. Sabe quando você dá uns drinks pra pessoa pra deixar ela um pouco "altinha" (por favor, não bêbada, aí é forçar a barra) pra perder a vergonha? Pois é. Não faça isso.

Então vêm os xavecos cult. Tem o do violão, o do poeta, o da serenata e o do pintor.
Xaveco do violão é tocar uma música pra pessoa em questão. Você tá lá com um pessu, tocando coisa e pá, e de repente você toca uma música pra essa pessoa. Qualquer música que aparece em filme da Julia Roberts pega bem. Você toca como qualquer outra, sem dedicar nem nada, o negócio tá em pegar as frases manjadas da música e cantar olhando nos olhos da pessoa, com o tom de voz certo. Savvy? Bom. Agora só resta pedir cuidado na hora de usar esse xaveco pra ninguém usá-lo em próprio favor pra xavecar a pessoa!

O do poeta tem duas formas: ou você usa como frase manjada e recita/escreve e manda um poema famoso pra uma pessoa já pré-xavecada porque pega bem, ou você escreve o seu próprio poema porque pega mais que bem!

O xaveco da serenata é uma mistura dos dois anteirores, só que endereçado a alguém. Dispensa comentários.

O xaveco do pintor ou do desenhista é meio complexo porque você tem que ter manha de desenho e manha de marketing pra xavecar com uma mensagem visual. Esse num se aprende, é um dom que alguns tem.

E aí temos xavecos avançados, que só gente pró em xavecar/muito segura de sí/segura de que VAI DAR CERTO deve usar. São eles as frases manjadas, o xaveco da resposta, o xaveco do olhar, o do cupido, o xaveco infame e os anti-xavecos.

As frases manjadas são o tipo mais comum de xaveco, usado desastrosamente por não profissionais em combinação (não menos desastrosa) com a cantada infame e/ou os anti-xavecos, para pessoas desconhecidas (o que torna tudo mais calamitoso ainda).

Frases manjadas são aqueles versinhos e frases que servem como um tipo de cantada, geralmente com conotação humorística (calamidadeeeee!), que todo o mundo conhece e que se não for bem aplicado, não dá certo. Por que, afinal, tem uma infinidade de frases entre "Eu te amo." e "Bonito sapato, quer transar?", e apenas uma ou duas delas realmente funcionam, e apenas quando usadas na hora certa. Então evite à todo custo usar frases manjadas, elas são pra que sabe o que está fazendo (ou porque é pró, ou porque sabe que vai funcionar).

O xaveco da resposta é um tipo de cantada espontâneo que se aproveita da situação. Quer um bom exemplo dele? Veja só o que um amigo (por enquanto anônimo) fez, certa vez:
(depois de aplicar uma frase manjada bem boba, embora nada auto-pejorativa)

Amigo: Pô, [nome do cara].. Algum dia você ainda consegue ela.
O cara: Se algum dia eu conseguir, vou ficar extremamente decepcionado.
Amigo: Por que?
O cara: Porque musa que é musa não se deixa apanhar. Uma musa que se deixa apanhar é como um anjo que cai, de asas cerradas. Perde a caracteristica de anjo; não é mais musa...
A mina: Nossa...

Dahora, né? Pois é...

O xaveco do olhar não se aprende, e é o que pega melhor se o cara/a mina tem "o dom". É só um olhar. Nada de mais. Tem gente que conquista assim, vai entender.

O xaveco do cupido é esquema: você chega numa mina e xaveca ela dando a entender que tá xavecando pro amigo. Gradualmente, você dá a entender que tá se interessando por ela. Tem mina que adora cupido, p*!

O xaveco infame é, por exemplo, quando, ao roubar a pepsi da sua amiga e ela pedir o refrigerante de volta, você falar "Só se você namorar comigo". Geralmente você não está falando sério, mas a pessoa LEVA à sério, e com isso você deu a ela o benefício da dúvida, e ela NUNCA MAIS vai esquecer do xaveco. É útil...

Os anti-xavecos consistem exatamente no que você não faria pra xavecar alguém.
Pega mal? Sim, mas tem gente que gosta (junkies), fazer o que?

Os 10 piores XavecosXavecos

1º – Se uma formiguinha te picar não se assuste porque você é um doce.
2º – Sorria, pois esta é a segunda coisa que você pode fazer com a boca !
3º – Não sou carro, mas sou Para ti!!
4º – Deixa eu advinhar seu signo. É virgem?
5º – Você é uma espécie linda que está em extinção. Vamos reproduzir?
6º – Ô gatinha, tá a fim de ganhar 50 conto fácil?
7º – Existe um vazio no meu coração com suas medidas. Quer entrar?
8º – Para meninas de roupa verde: Se verde é assim, imagina maduro!
9º – Virgindade dá câncer, vacine-se aqui comigo!
10º – Penso em você 25h por dia, é que meu coração faz hora extra!

sábado, 10 de julho de 2010

hora De Rir...!!!! piadas

Piadas!


- DE LOUCOS

0 hospício tava superlotado. Então Os médicos resolveram fazer um exame pra ver quem já estava bom. Saíram gritando que o hospício estava inundando, todos os doidos começaram a nadar no chão, menos o famoso doido que estava sentado num banco, sorrindo. 0 médico pensou: Esse cara já deve estar bom, não tá nadando. E perguntou pro doido: -Por que você não tá nadando? Eu vou esperar a lancha que é mais rápido.


O mafioso

Manhê, no colégio me chamam de mafioso.
- Não se preocupe, filhinho, amanhã a mamãe vai lá e acaba com isso.
- Boa, manhê, mas faça com que pareça um acidente.


Uisque Zito

Um homem entra num bar e pede três doses de uísque doze anos. O garçom serve, o homem toma tudo de um gole e volta a pedir mais três doses. Novamente, o garçom atende o pedido e, novamente, o freguês bebe tudo de um gole e torna a pedir mais três. Surpreso, o garçom olha para o cliente e lhe diz:
- O senhor sabe que isso não faz bem!
- Eu sei – responde o homem – especialmente com o que eu tenho…
- E o que é que o senhor tem? – pergunta o garçom, curioso.
- Só um Real…

DE CARREIRA

Três médicos estão contando casos de reimplante de membros em seus respectivos países: um alemão, um russo e um brasileiro. O médico alemão: - Tivemos um jogador de futebol do Munich que perdeu uma perna em um desastre de automóvel. Usamos nossa sofisticadíssima técnica de reimplante Auschwitzmember e hoje ele é o artilheiro do time! O médico russo: - Pois conosco foi um jogador de vôlei que perdeu um braço. Usamos a técnica soviética Bolsheviknyetnyet de reimplante e hoje ele joga na seleção! O médico brasileiro: - No nosso caso um homem teve a cabeça decepada. Usamos a técnica verdeamarela chamada Jeitim, implantamos uma abóbora e enchemos de mer*da. - Fantástico. É atleta o paciente? - Não, por enquanto é governador, mas já é candidato a presidente!!




ser feliz é...

Lembre-se:
Ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções.

Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.

Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza.

Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. É beijar os filhos, curtir os pais e ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.

Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de você. É ter maturidade para falar: "Eu Errei". É ter ousadia para dizer: "Me Perdoe". É ter sensibilidade para confessar: "Eu Preciso De Você".

Ser feliz é ter a capacidade de dizer: "Eu Te Amo"

.


mulheres que amam demais...


Quando o amor se torna infernal: relatos de Mulheres que Amam Demais
Mon, 19/04/2010 - 01:20 — Anonymous
Por Mariana De Felice

Uma a uma elas ocupavam as cadeiras, dispostas em
formato circular, na pequena sala de uma Igreja de São
Paulo. Era uma tarde de sábado de início de setembro, que
para os paulistanos é sinônimo de tempo instável, alternando
entre o frio do fim de agosto e o sol da primavera que se
aproxima. Por duas horas, sentadas ali na sala abafada, 18
mulheres enfrentaram o desafio de colocar em palavras seus
sentimentos, angústias e histórias de vida. Eram mulheres de
distintas idades, níveis sociais e educacionais, mas unidas
pelo elo de uma só realidade: elas amam demais. Para elas, amar é sofrer e, por isso, comparecem
às reuniões do grupo Mulheres que Amam Demais Anônimas (MADA).
Com o objetivo de investigar o amor como causa de sofrimento e aprisionamento na dor, esta
repórter se infiltrou em reuniões do MADA, trazendo aqui relatos de quando o amor se torna
infernal. “Hoje você é a pessoa mais importante aqui. Seja muito bem-vinda”. Foi com essa frase
que fui recebida junto ao seio da irmandade, após um breve depoimento sobre “meu amor
patológico”. Nunca tal empatia com relação aos meus sentimentos e histórias havia sido
manifestada anteriormente. Após a reunião, o abraço de cada MADA, acompanhado pelas frases
“Paz e Serenidade. Seja muito bem-vinda”, fez com que o sentimento de pertencer àquele grupo
tomasse conta desta repórter, que lhe escreve trazendo histórias de Mulheres que Amam Demais.
Soam às 6 da tarde do sino da igreja. É quase o início da reunião e o silêncio é geral. Em todos os
rostos, a expressão de desconforto. Nenhum sorriso. Não é fácil falar dos próprios sentimentos e
reconhecer suas fraquezas. Apenas cada uma daquelas mulheres sabe as barreiras internas que
venceu até chegar ao grupo e reconhecer a necessidade de ajuda e suporte frente à sua doença.
São 18 mulheres - brancas, negras, jovens, velhas, orientais, altas, baixas, advogadas,
professoras, secretárias... - que não conseguem controlar a manifestação do seu amor e, por isso,
possuem uma patologia, segundo a psicóloga clínica e psicoterapeuta Rita Romaro. Elas priorizam
o amado e tentam mudar a relação que não traz felicidade por que não acreditam que podem ser
felizes sem o outro. “As pessoas que amam demais acreditam que o ser amado deve ser o foco de
sua felicidade e não apenas parte dela”, explica Edilaine Scabello, psicóloga associada à Sociedade
Brasileira de Sexualidade Humana (SBRASH).
Na época em que Julia* participou pela primeira vez de uma reunião do MADA, ela passava por um
período de controle excessivo sob a vida do namorado: checava as chamadas do celular dele,
opinava sobre os amigos, exigia provas de amor, etc. Ao ouvir os depoimentos das outras
mulheres do grupo, ela percebeu que agia da mesma maneira que muitas outras Mulheres que
Amam Demais. “Eu me sentia tão mal quando sai daqui pela primeira vez, que quase vomitei. A
sensação no meu estômago era indescritível”, conta a moça que, naquele dia, percebeu o inferno
em que vivia, os erros que cometia e suas falhas de caráter.
Algumas atitudes são típicas de Mulheres que Amam Demais, como a submissão a relacionamentos
destrutivos – expressão muito utilizada por diversas companheiras, como se denominam – em
nome da dependência do outro. A psicóloga Rita explica que essas mulheres são mais dependentes
e estabelecem relações confusas, tumultuadas e permeadas pelo temor do abandono. “O amor
patológico é impulsivo, destrutivo e não há preocupação com o bem-estar das pessoas envolvidas
na relação”, afirma Rita. As pessoas que amam demais possuem dificuldade em lidar com
frustrações, raiva, separações e com a própria possibilidade de amar. Por não conseguir lidar com
o sentimento de perda, as MADA estabelecem relações amorosas não saudáveis e destrutivas,
acrescenta Edilaine.
Mas seriam elas dependentes de um homem? Não necessariamente. Não é apenas o amor
romântico que caracteriza a dependência dessas mulheres. Em seus depoimentos, elas relatam a
necessidade de serem amadas e aceitas no seio familiar, no círculo de amigos, no ambiente de
trabalho e/ ou por um homem na maioria dos casos. Após cinco anos de ausência, Heloísa* retorna
ao MADA, que frequentou por três anos, agora principalmente pelos filhos. Mas não se engane.
Heloísa não está naquela sala para ajudar os filhos, e sim em busca de assistência para si mesma,
que se afunda em dívidas financeiras e problemas emocionais devido ao comportamento do filho de
20 anos, alcoólatra. Heloísa é apenas uma das 18 mulheres daquela reunião que se sacrifica por
filhos, amigos, companheiros e familiares com o intuito apoiá-los, agradá-los e se mostrarem
presentes. Mas na pequena sala elas aprendem a se valorizar e voltar o olhar ao próprio bemestar.
Karina* é uma figura de destaque na reunião: bonita, desbocada, fumante compulsiva, mãe,
baladeira, namoradeira e esportista. Ela chega atrasada, mas logo quer dar seu primeiro
depoimento: “Você aprende na sociedade que para ser boa companheira, precisa estar lá pelo
outro. Você dá o dinheiro que não tem e até dá a bunda se te dizem que isso vai salvar o outro. O
c***! Você não tem que se sacrificar pelo 'impiastro'. Você tem que pensar em você mesma”. Esse
é apenas um dos depoimentos da polêmica Karina, que busca mostrar a importância do amorpróprio.
Durante toda a reunião, ela alterna entre depoimentos que despertam o riso geral das
companheiras e pausas para fumar um cigarro.
Um bebê desejado e amado não só durante os nove meses na barriga da mãe, mas também nos
anos seguintes ao longo da infância feliz. Essa talvez seja a realidade do leitor dessa reportagem
ou de muitas pessoas que ele conheça, mas, com certeza, não é a das MADA. Durante a infância
elas não receberam atenção no lar e por isso, demonstram carência excessiva e dependência do
outro, como uma forma de compensação.
O amor patológico pode estar relacionado às relações e aos conflitos vivenciados na infância e que,
segundo Edilaine, desembocam na identidade de uma mulher que quase não possui chances de
vivenciar as experiências amorosas em sua plenitude. “Vêm de um lar desajustado, em que suas
necessidades emocionais não foram satisfeitas” é primeira característica de uma Mulher que Ama
Demais, de acordo com a literatura oficial do grupo.
Durante a sessão de depoimentos, diversas companheiras trazem seus exemplos de vida,
baseando ali as raízes de sua dependência. “Eu sempre fui muito apegada ao meu pai,
principalmente depois que ele se separou da minha mãe. A minha dependência de uma figura
masculina vem desse apego e da relação conturbada com minha mãe. Se eu não tenho um
homem, parece que falta uma parte física”, relata Giovana*, que se senta à minha frente, mulher e
mãe, mãe e mulher.
A dependência do outro não cria apenas necessidade emocional de atenção, mas também o desejo
de transformar a outra pessoa. Já que essas mulheres não conseguiram modificar os seus próprios
pais e criar relações de afeto com eles, elas buscam transformar o homem por meio do seu amor.
“Você não pode tentar mudar a outra pessoa e a relação. O problema não está nelas e sim em
você”, comenta Diana*, a companheira mais antiga na irmandade durante o encontro.
A veterana Diana é a MADA que mais faz depoimentos, participa da reunião e faz leituras. A moça
veste uma saia que revela suas pernas de dançarina e ajuda a conduzir a sessão do MADA. Ela
conta que, durante os anos no grupo, percebeu que quando uma relação não satisfaz a mulher, ela
é a única pessoa culpada por aquela situação, já que ainda permanece no relacionamento caótico e
que não traz felicidade. “Muitas pessoas acreditam que não irão suportar viver sem o parceiro que
supostamente amam e preferem manter-se infelizes e insatisfeitas enquanto perdurar a relação”,
afirma a psicóloga Edilaine.
“Quando eu estava no caos, eu queria a serenidade. E quando encontrava a serenidade, achava
entediante, procurando o caos novamente”, comenta Diana, após fazer uma das leituras sobre as
características de uma MADA. A literatura do grupo estipula que essas mulheres não se atraem
pelos homens gentis, estáveis e seguros, porque os considera enfadonhos. Já as relações instáveis
criam agitação e implicam em problemas que precisam de soluções e com os quais a mulher pode
se ocupar. Ao comentar as colocações de Diana, Karina desperta novamente o riso das
companheiras: “Eu saia com meninos novinhos. Delíiiiicia. Me sentia podendo, sabe, aqueles
meninos de 20 anos comentando que eu, com quase 40, estou com tudo em cima. Mas isso não
era saudável para mim. Era o caos e eu procurei me afastar disso”.
Quantas mulheres você conhece que se queixam do próprio corpo? Com certeza, não são poucas
as que acham que estão gordas, têm muitas celulites ou têm o nariz muito grande. A maioria de
nós (esta repórter se inclui na lista) acha que o cabelo podia ser diferente, ou a altura, ou o peso,
ou o tipo físico, ou tudo isso e muito mais. E no MADA a realidade não é diferente. A relação com o
corpo e a questão da auto-estima permeiam os discursos de diversas mulheres, que aprendem a se
valorizar por meio do grupo.
Na pequena e abafada sala, muitas mulheres se mostram insatisfeitas com o próprio corpo. A razão
principal: consideram estar acima do peso ideal. No entanto, o próprio grupo possui explicações
para o aumento de peso recorrente em Mulheres que Amam Demais. Algumas delas possuem
tendências psicológicas e até bioquímicas a se tornarem dependentes de doces, principalmente na
fase em que estão mais depressivas. E ao se depararem com a realidade do excesso de peso, a
auto-estima se torna ainda mais baixa e elas comem mais. Ou seja, o sistema de dependência e
insatisfação nessas mulheres funciona como um ciclo.
“Após o fim dos meus relacionamentos, eu normalmente emagrecia e ia pegando qualquer
'bostinha' que aparecia devido à minha carência. Mas após o meu divórcio, eu percebi como o
MADA está me fazendo bem. Dessa vez eu não sai correndo para emagrecer, o que, diga-se de
passagem, eu estou precisando, e conhecer alguém para saciar minha carência. Eu estou dando o
meu tempo, para me conhecer. O MADA virou o meu programa de sábado de noite”, relata
Fernanda* sobre sua experiência de aceitação do próprio corpo e da realidade em que se encontra.
Além disso, a MADA reflete nesse depoimento sua postura em relação ao grupo, que se tornou um
compromisso religioso em sua agenda.
Você se sentiria confortável em falar sobre sua própria vida para um grupo de desconhecidos? E
em contar aos seus amigos e familiares que você frequenta um grupo anônimo porque ama
demais? Não há um padrão para essas respostas entre as companheiras do MADA. A postura com
relação aos encontros e ao grupo é extremamente diversificada entre as mulheres presentes na
reunião.
Beatriz* é uma das companheiras que faz propaganda do MADA, convidando conhecidas a
participarem do grupo, principalmente quando identifica nelas o comportamento característico de
uma MADA. “Eu tenho uma colega no trabalho que é extremamente parecida comigo antes de
entrar para a irmandade. Eu era insegura e queria agradar a todo mundo. Comecei a vir para as
reuniões e agora eu vivo muito mais feliz. Quando ela comentou sobre minha mudança de postura,
contei sobre o MADA e a convidei a participar de uma reunião”, relata Beatriz.
Outras mulheres mantêm o grupo em segredo, com o medo de que algumas pessoas não
entendam sua participação. “Meu companheiro me perguntou hoje para onde eu estava indo e eu
disse que era algo meu. Ele me questionou novamente e eu disse apenas que é uma terapia em
grupo, que me faz muito bem. Quando eu me sentir segura, vou contar sobre o MADA”, relata
Luiza*. A moça participou do grupo por dois meses e quando considerou que apresentava
comportamento mais saudável, abandonou as reuniões. Porém, pouco tempo depois, voltou a agir
da mesma maneira. “Como muitas companheiras falaram, o comportamento de uma MADA não vai
totalmente embora. Você fica melhor, mas tem sempre que se policiar”.
O grupo se tornou para muitas dessas mulheres uma maneira de permanecer sob vigília constante.
Ou seja, ir às reuniões, lhes serve como exemplo e apoio, já que elas ouvem histórias e relatos
alheios de mulheres que apresentam o comportamento de uma MADA, ou que já apresentaram,
mas que necessitam vigiar suas próprias atitudes. Por isso, algumas delas se sentem culpadas se
faltam ao compromisso religioso de sábado, porque sabem que elas são as mais prejudicadas com
a ausência.
A maioria das companheiras relata a relutância natural em ingressar no grupo ou ir às reuniões, já
que o processo de aceitação de que possuem uma patologia e de que necessitam de ajuda é difícil.
“Tudo é motivo para não vir. O carro quebrou, está trânsito, você tem outro compromisso, faz frio,
chove, o cara te ligou para sair. Mas você tem que vir por você, para se ajudar”, relata a veterana
Diana, em tom de convencimento.
Uma terapia de grupo. É assim que muitas encaram a irmandade. Na pequena sala elas podem ser
ouvidas, aprender com a experiência alheia ou identificar-se no comportamento de outra pessoa. A
psicóloga Rita afirma que o MADA é um grupo de apoio que exerce papel fundamental por propiciar
troca de experiências, valorização dos avanços e compreensão para as “recaídas” vivenciadas. “No
entanto, os grupos do MADA não podem ser considerados terapêuticos como um processo de
psicoterapia de grupo. Mas eles exercem uma importante função terapêutica na conscientização da
problemática e no controle dos impulsos”, conclui a psicoterapeuta.
O grupo MADA propõe o uso de oito instrumentos para a recuperação de uma Mulher que Ama
Demais: reuniões, amadrinhamento, literatura, escritos, serviço, anonimato, telefone e plano de
vida. Somam-se a esses instrumentos os 'doze passos de MADA' e as 'doze tradições de MADA',
que auxiliam na recuperação e na manutenção da unidade do grupo. “Os passos e as tradições
funcionam como elementos norteadores, como um farol na neblina desses confusos sentimentos”,
afirma Rita.
Por meio dessa extensa gama de materiais e ferramentas, a mulher pode se recuperar de amar
demais, passando a se aceitar, amar a si própria, aceitar o outro como ele é, se conhecer, cuidar
de si mesma, ser confiante, abandonar os relacionamentos destrutivos e identificar os
relacionamentos que possuem futuro.
Existem 30 grupos MADA no Brasil, em diversos estados e cidades. Em São Paulo, a primeira
reunião do grupo foi realizada em 16 de abril de 1994. O grupo foi criado a partir do livro de Robin
Norwood "Mulheres que Amam Demais" (1985), baseado na experiência da autora, psicóloga e
terapeuta familiar, e na experiência de centenas de mulheres. O MADA adota conceitos do
Alcoólicos Anônimos (AA) - o pioneiro dessa categoria de grupos.

* Os nomes presentes nessa reportagem são fictícios para preservar a identidade das MADA